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História do Escotismo

Escotismo, fundado por Lorde Robert Stephenson Smyth Baden-Powell, em 1907, é um movimento mundial, educacional, voluntariado, apartidário, sem fins lucrativos. A sua proposta é o desenvolvimento do jovem, por meio de um sistema de valores que prioriza a honra, baseado na Promessa e na Lei escoteira, e através da prática do trabalho em equipe e da vida ao ar livre, fazer com que o jovem assuma seu próprio crescimento, tornar-se um exemplo de fraternidade, lealdade, altruísmo, responsabilidade, respeito e disciplina.

Ramo Sênior:

O ramo de sênior, para rapazes de 15 a 18 anos, é o mais novo no escotismo; entretanto Baden Powell antes mesmo de pensar na criação do ramo Pioneiro, estudou a possibilidade da existência deste ramo. Já no ano de 1916, o fundador tratou numa crônica do problema da retenção na tropa de meninos de mais de 10 anos e volta a falar de sêniores, traçando do programa de especialidades, semelhante ao usado ainda hoje na Inglaterra. BP estava nitidamente tentando resolver o problema de abandono das tropas aos 14 e 15 anos.

Entretanto, a primeira grande guerra, estava terminando e tornava-se necessário achar-se algo que despertasse o interesse dos rapazes que voltavam da caserna ou front. Os estudos dos sêniores tiveram de ser abandonados ou aproveitados para a constituição dos rovers-scouts, os nossos pioneiros. BP não voltou a falar de sêniores, mas o problema não estava resolvido, porque em junho de 1932 ele ainda falava na desertação dos escoteiros que não passavam a pioneiros. Enquanto isso, na América do Norte, já se faziam ótimas experiências com este ramo.

No Brasil, o ramo foi instituído pela primeira vez, em bases semelhantes aos dos norte-americanos, no grupo Guilhermina Guinle, do Fluminense Futebol Clube, no Rio de Janeiro.



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